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| Acostumada a receber grandes eventos, a O2 Arena recebeu, mais uma vez, a NBA. (Foto: Doug Peters/ Empics Entertainment) |
Depois de receber dois jogos entre Toronto Raptors e New
Jersey Nets pela temporada regular em 2011, Londres foi palco de mais um jogo
da liga americana de basquete nesta quinta-feira. O encontro entre Detroit Pistons e
New York Knicks foi disputado na O2 Arena. Os nova-iorquinos levaram a melhor,
vencendo por 102 a 87.
Mas a grande discussão não é o resultado do jogo, e sim a expansão
da NBA para outros cantos do mundo, em especial, a Europa. Ainda neste mês, o
comissário da liga, David Stern, declarou que acredita que dentro de 20 anos a
NBA terá TIMES sediados na Europa.
Isso mesmo, ele ainda usou o plural.
Mesmo assim, ainda parece muito inviável incluir franquias
no velho continente. Por exemplo, numa série de playoff, onde a sede dos jogos
se alterna constantemente, seria extremamente complexo fazer uma equipe europeia
jogar contra uma americana.
Outro problema seria fazer os times do Pacífico viajarem até
a Europa, e vice-versa. A viagem seria muito longa, com uma mudança impiedosa
no fuso horário (oito horas na maior parte da temporada).
Para a NBA, a melhor e mais viável forma de expandir sua
marca na Europa é trabalhar com ações de marketings, continuar realizando jogos
válidos pela temporada regular e levar os grandes jogadores até o público
através de clínicas. São formas simples e eficazes de captação de novos
públicos. Da mesma forma, outros lugares ao redor do mundo também devem receber
tais ações, como a Ásia e a América do Sul.

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