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| No clássico de New York, melhor para Joe Johnson e o Brooklyn Nets. (Foto: Nathaniel S. Butler/ NBAE/ Getty Images) |
Para dois times se tornarem rivais, não basta um mero
falatório fora das quatro linhas. É preciso que se tenha competitividade dentro
da quadra. E é isso que New York Knicks e Brooklyn Nets têm feito nesta
temporada.
Logo após a mudança do Nets de New Jersey para New York,
muito se falou sobre qual seria a melhor equipe da Big Apple. Dirigentes,
jogadores e jornalistas cansaram de criar polêmica a respeito do assunto. Algo
que ajuda numa rivalidade, mas não é determinante. Faltava o espetáculo em quadra.
Na última segunda-feira, Knicks e Nets finalizaram sua série
de quatro jogos na temporada. A vitória de Brooklyn por 88 a 85 decretou o empate nos confrontos entre os times. Além da igualdade, vale
destacar o alto nível das partidas, quase sempre decididas no final.
Portland procura por respostas
A derrota do Trail Blazers nesta segunda para o Washington
Wizards marcou a sexta seguida da equipe de Terry Stotts na temporada. Há duas semanas,
Portland vivia grande fase e se consolidava entre os oito melhores do Oeste.
Foi, então, que a má fase tomou conta do time e o tirou da zona dos
classificados para a pós-temporada. O mais surpreendente é que quatro dos seis
resultados negativos aconteceram em casa, onde o Blazers costuma ser muito forte.
Indiana segue impressionando defensivamente
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| Uma forte defesa tem sido a receita para o sucesso de Indiana. (Foto: Nelson Chenault/ USA TODAY Sports) |
O sistema defensivo do Pacers é um dos grandes destaques da
temporada. A equipe tem cedido a seus adversários apenas 89,07 pontos por jogo,
menor marca da liga. Indiana ainda segura seus oponentes ao menor
aproveitamento de quadra na NBA (41,3 por cento). Essa fantástica defesa tem
deixado o time na disputa pelas primeiras posições no Leste, mesmo sem o seu
cestinha das últimas temporadas, Danny Granger. Com uma campanha de 26 vitórias e 16 derrotas, o Pacers ocupa a terceira colocação na conferência.
No feriado em homenagem a Martin Luther King Jr., Indiana
foi até Memphis e conquistou uma dura vitória. Diante do Grizzlies e de sua
também excelente defesa (segunda melhor, cedendo 89,4 pontos por jogo), Paul
George & cia. triunfaram por 82 a 81. Resultado que só veio a confirmar a
boa fase vivida pela equipe.
Futuro do Kings continua incerto
As informações que chegam é de que os irmãos Maloof já
teriam fechado o acordo para vender a franquia de Sacramento para o grupo de
Seattle liderado por Chris Hansen e Steve Ballmer. No entanto, a mudança para a cidade que já foi casa do SuperSonics ainda precisa ser aprovada pelos outros donos de franquias. A
decisão pode demorar, mas o favoritismo vai para a aprovação da troca de endereço. O mais provável é que a definição saia apenas numa
reunião marcada para o mês de abril.
Enquanto isso, o prefeito de Sacramento e ex-jogador da NBA, Kevin Johnson, tenta encontrar investidores que possam manter o Kings na capital
californiana. Até agora, 20 pessoas já contribuíram com um milhão de dólares
cada, o que as tornaria proprietárias minoritárias da franquia. Agora, falta o
investimento maior, que viria do possível proprietário majoritário. Durante entrevista coletiva nesta terça, Johnson mandou um recado para os fãs de Seattle, que sonham em ter o Seattle
SuperSonics de volta: “Não comemorem tão cedo”. Agora é esperar pra ver o fim
dessa novela. Só reitero aqui o que já disse num post anterior. É lamentável a
NBA proporcionar essa briga fora das quadras entre dois times tão tradicionais,
com fãs tão apaixonados por suas equipes.


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